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| Pesquisa em Notícias | [8 ocorrências] | A Arte do Crime tem estreia anunciada para o dia 06 de Novembro. | | Esta produção da Companhia Teatral do Chiado é encenada por Juvenal Garcês e promete surpreender quer pela sua originalidade quer pela qualidade.
Bilhetes já à venda nos locais habituais
A Arte do Crime (The Business of Murder, no original, de 1981) da autoria Richard Harris é agora encenada por Juvenal Garcês para a apresentação ao público português.
O enredo mostra-nos o drama de três personagens em tudo diferentes, mas cujas vidas se encontram visceralmente interligadas por algo que ocupa um lugar central na vida de cada um: o crime.
Após nove anos em cena no West End de Londres, a Companhia Teatral do Chiado traz até nós este thriller de cortar a respiração, cheio de tensão e mistério. Trata-se de um policial sobre vingança e vivências dramáticas, onde a fronteira entre o bem e o mal se encontra esbatida e não é fácil descortinar culpas ou responsabilidades.
Na adaptação da Companhia Teatral do Chiado, a acção decorre num bairro periférico de Lisboa. O Inspector-Chefe Vasco Machado, a escritora e argumentista Diana Galvão e o imprevisível Sr. Rocha defrontam-se num espaço fechado onde nunca está muito claro quem domina e quem é dominado.
A peça, que estará em cena a partir do dia 23 de Outubro, conta com encenação de Juvenal Garcês e interpretações de Simão Rubim, Vanessa Agapito e Emanuel Arada. A peça tem a tradução de Célia Mendes, revisão, adaptação e dramaturgia de Gustavo Rubim, cenografia e figurinos de Ana Brum.
Todas as 5ª, 6ª e Sábados às 21h00 no Teatro Estúdio Mário Viegas.
Bilhetes à venda nos CTT - Correios de Portugal, Lojas Valentim de Carvalho, El Corte Inglês, Livrarias Bertrand, Media Market, Livraria Almedina, Lojas Singer, Lojas Electric Co, Worten, Fnac, Bliss, Lojas Abreu, Livrarias Bulhosa, TicketLine e ainda na Plateia.
Reservas e informações através dos telefones: 213257652, 214346304 ou 707234234
A Arte do Crime: um espectáculo a não perder!
| | A CTC na Fnac do Chiado | | A Companhia Teatral do Chiado (CTC) tem o prazer de convidá-lo(a) para assistir à sessão de apresentação pública da programação para a temporada 2006-2007, que decorrerá no auditório da FNAC-Chiado no próximo dia 18 de Outubro, 4ª-feira, pelas 18h30m.
Novas peças, debates, espectáculos convidados!
Venha à FNAC-Chiado e saiba em primeira mão tudo o que vai poder ver e ouvir no Teatro-Estúdio Mário Viegas!
Saudações teatrais,
A Direcção Artística da CTC,
Juvenal Garcês
Gustavo Rubim | | Dez anos a parodiar o Mestre | | Quando Juvenal Garcês e Simão Rubim decidiram, numa visita a Londres em 1996, transportar para a cena lisboeta o espectáculo concebido por Adam Long, Daniel Singer e Jess Borgeson %u2015 As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos %u2015 estavam longe de imaginar que uma década mais tarde ainda a Companhia Teatral do Chiado (CTC) continuaria a esgotar plateias com este êxito fenomenal.
Quais as razões do sucesso?
A primeira é óbvia: Shakespeare já não respeita fronteiras há séculos e parodiar o Hamlet ou o Romeu e Julieta é brincar com mitos que entraram fundo no imaginário dos europeus modernos. Directa ou indirectamente, melhor ou pior, toda a gente conhece Shakespeare. A prova? O êxito das Obras Completas da CTC, em Lisboa e por todo o país, em múltiplas digressões efectuadas.
A segunda razão do sucesso está no que esta paródia realmente é. Condensar toda a monumental obra do dramaturgo numa série de sketches com hora e meia de duração é um achado brilhante. Uma ideia só possível para quem tem perfeita noção da ligação de Shakespeare à sensibilidade e ao gosto cómico popular. Trazer uma anónima espectadora ao palco para fazer de "Ofélia" é lembrar que o teatro nunca deixou de ser uma festa para todos e uma arte dirigida a cada um de nós, sem diferença de classe, de credo, de origem ou de cultura literária. O humor radical das Obras Completas é uma profunda recuperação da natureza subversiva e, no limite, anarquista, da festa teatral. Shakespeare seria o último a escandalizar-se com o seu Othello convertido em rap ou o seu Titus Andronicus reciclado em programa de culinária.
Gustavo Rubim | | Dramaturgia Portuguesa de volta aos palcos da CTC | | A CTC, iniciou os ensaios da peça Antes de Começar, de Almada Negreiros.
"Almada Negreiros, único grande dramaturgo português do séc. XX, construiu uma fábula comovente e simples: não são animais que falam, são dois seres que, criados por humanos, se animam na ausência dos humanos. Fantoches? Marionetas?"(Gustavo Rubim)
Com estreia para Novembro, este espectáculo, para além de apresentações aos fins de semana, estará disponível para apresentações durante a semana para escolas, mediante reserva.
| | Já começaram os ensaios do novo espectáculo da CTC!!! | | A próxima produção da CTC é a comédia Paris é uma Miragem, de John Godber.
Interpretação de Manuel Mendes e Sofia Duarte Silva, encenação de Juvenal Garcês, tradução e adaptação de Gustavo Rubim e Vitor d´Andrade. | | Mudança na Direcção da CTC | | A Companhia Teatral do Chiado (CTC) tem o prazer de informar os seus amigos e espectadores, bem como o público em geral, de que admitiu para as funções de co-director artístico o Prof. Doutor Gustavo Rubim, que passa agora a fazer equipa com Juvenal Garcês, director artístico da CTC desde 1996. Gustavo Rubim tem colaborado regularmente com a CTC na última década, em particular como tradutor e dramaturgista de várias peças encenadas por Juvenal Garcês. Irmão do actor Simão Rubim, colaborou pela primeira vez com a CTC em 1991, traduzindo o título de um dramatículo de Samuel Beckett (Fôlego) para um espectáculo concebido por Mário Viegas. É professor de literatura na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, autor de livros de ensaios, foi crítico literário nos jornais Público e Expresso, de 1990 a 1999, é um conhecido admirador da obra de Henrik Ibsen. Entre as traduções de Gustavo Rubim que o público da CTC já pôde apreciar no palco, contam-se Dá Raiva Olhar para Trás (1996), Linha (1997), Hedda Gabler (1998), Oh que Ricos Dias (2003), O Mocho e a Gatinha (2004) e Paris É uma Miragem (2005). Fez parte do colectivo de tradutores do espectáculo As Vampiras Lésbicas de Sodoma, o mais recente êxito da CTC, actualmente em cena. Responsável pela dramaturgia de As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos, há dez anos em cena na CTC. Gustavo Rubim prepara a tradução de uma nova peça a estrear na CTC (a anunciar brevemente), e organiza um ciclo de debates que decorrerá no Teatro-Estúdio Mário Viegas, sob o título O Teatro e o seu Único. É o novo co-director artístico da CTC desde o passado dia 4 de Setembro de 2006, exercendo as funções a título gracioso. | | Programação da CTC | | Na passada quarta-feira, dia 18 de Outubro de 2006, a CTC apresentou no forúm da Fnac do Chiado os espectáculos actualmente em cena no Teatro-Estúdio Mário Viegas (TEMV), bem como a programção para 2006/2007. Neste evento participaram os dois directores artísticos (Juvenal Garcês e Gustavo Rubim), o director de produção (Luís Macedo) e dois actores dos espectáculos actualmente em cena (Simão Rubim e Tobias Monteiro).
Da programação apresentada pela CTC para o TEMV consta a manutenção em cena dos espectáculos As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos, As Vampiras Lésbicas de Sodoma e Love Letters, de A. R. Gurney; este último uma produção da Publicocleto em regime de acolhimento.
A CTC anunciou também quatro novas produções: Bíblia - A Palavra de Deus em 97 minutos da tripla de autores Adam Long, Reed Martin e Austin Tiachenor; o policial O Triângulo do Crime, de Richard Harris; Rosmersholm, de Henrik Ibsen e o espectáculo para a infância Zé Pimpão «o acelera», resultante da adaptação da obra homónima de José Jorge Letria. Em matéria de acolhimentos: a comédia Lost In Space, de Yuri Kurkochenshy, com interpretações de João Craveiro, Tobias Monteiro e Paulo Duarte Ribeiro e o espectáculo comemorativo dos 60 anos de palco do actor Ruy de Carvalho.
Subjacente à temática teatral realizar-se-ão três conferências subordinadas aos seguintes dramaturgos William Shakespeare, Henrik Ibsen e Samuel Beckett, sob o título genérico O Teatro e o seu Único. | | «O sorteio» de que se fala no Expresso | | A crítica de teatro assinada por Rui Nunes da Silva no Expresso sobre o espectáculo Paris É Uma Miragem:
«(...) Naturalmente que John Godber não situou a acção na Cruz de Pau. Esta foi a escolha resultante da adaptação do texto para Portugal, por sinal muito boa. No trabalho de tradução de Gustavo Rubim e de Vitor d´Andrade tudo é pausível, nada soa a falso ou forçado e até as pequenas inserções não deixam de vir a propósito. Personagens assim, aparentemente simples, exigem actores sagazes, inteligentes e com o dom da comédia, capazes de dosear o humor sem cair no tom revisteiro. A escolha de Sofia Duarte Silva e de Manuel Mendes foi excelente. (...) A encenação de Juvenal Garcês, sem utilizar muitos adereços, é inteligente na gestão dos recursos e no modo como recria os espaços com apenas um ecrã. No mesmo registo de inteligência e de sobriedade encontra-se a iluminação de Vasco Letria e o som de Sérgio Silva, os quais sublinham a sugestão dos ambientes visitados.»
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| Pesquisa em Imprensa | [3 ocorrências] | E. M. | | A tradução de Gustavo Rubim e Vitor d´Andrade e a encenação de Juvenal Garcês recolocam o casal - Manuel Mendes e Sofia Duarte Silva - na margem sul da grande Lisboa, na Cruz de Pau, no estereótipo suburbano de classe média-baixa, com a utilização certeira de termos de calão | | Jaime Cravo | | A melhor homenagem (em originalidade e simplicidade) alguma vez feita ao criador de Romeu e Julieta. Eles, os três shakers preferidos de Shakespeare, com a capacidade para 37 shots de cair para o lado, merecem todas as palmas e mais algumas. Ela, a Companhia Teatral do Chiado, merece o sucesso que tem tido e o apoio que não tem do Ministério da Cultura. Juvenal Garcês foi quem dirigiu, Vasco Letria deu luz (...). Para todos eles, e mais alguns, muitos, Gustavo Rubim, Rita Lello, Jorge Pinto (...). Para todos, pensamos não ter esquecido ninguém, a POLÍTICA MODERNA tem algumas palavras que ainda ninguém lhes deu: gostámos muito do espectáculo. | | Rui Gomes da Silva | | (...) Naturalmente que John Godber não situou a acção na Cruz de Pau. Esta foi a escolha resultante da adaptação do texto para Portugal, por sinal muito boa. No trabalho de tradução de Gustavo Rubim e de Vitor d´Andrade tudo é pausível, nada soa a falso ou forçado e até as pequenas inserções não deixam de vir a propósito. (...). A escolha de Sofia Duarte Silva e de Manuel Mendes foi excelente. (...). A encenação de Juvenal Garcês, sem utilizar muitos adereços, é inteligente na gestão dos recursos e no modo como recria os espaços com apenas um ecrã. No mesmo registo de inteligência e de sobriedade encontra-se a iluminação de Vasco Letria e o som de Sérgio Silva, os quais sublinham a sugestão dos ambientes visitados. | |
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